segunda-feira, 12 de abril de 2010

Confusão.

"Quero falar o que as palavras já não comportam
Sinto sem ter a capacidade de racionalizar,
Olho fingindo não ver, falo fingindo não escutar
E vou assim, me perdendo de mim dentro de ti"

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Nosso Fim?

"Palavras já não me iludem nem me ferem. Perdi a capacidade de racionalizá-las.
Me restam fragmentos, resquícios de sentimentos que um dia ousaram ser sinceros.
Sinceros demais pra nós, pra qualquer um. A ponto de ferirem nossa natureza...
sinceros a ponto de serem mentirosos.
Digam o que quizerem, falem o quanto ousarem. Mexam seus lábios, virem-se do avesso.
Não mais irei acreditar... pois nenhuma mentira jamais será tão sincera,
quanto um dia foi a nossa."


Mentira boa... acreditaria nela pro resto da vida se fosse viável. Te amo.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Entre Aspas

"Engraçado como sempre escrevo entre aspas.
Talvez porque queira transformar meus pensamentos em
idéias duvidosas. Talvez porque nem eu acredite na veracidade
dos sentimentos que me levam a escrever."

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Madrugada...

"Desordem, a palavra que melhor define seus pensamentos.
Como caminhou tanto para chegar a lugar algum? Como conseguiu correr tanto e só andar pra tás? Queria tanto, que teve. Teve tanto que acabou perdendo muito. Em sua mente calculista, jã não havia mais espaço para suas racionalidades, e nesse momento, quanto sentimento tomou conta de seu corpo. Mexendo e remexendo com o seu interior e acabando com o pouco de paz que lhe restava. Vendo as coisas escapando-lhe por entre os dedos,e alguém invadindo um espaço que até então, era intocável."

Sentimento Cômodo

"Nessa madrugada vazia, já não me faz companhia.
Um cigarro... outro, um pensamento uma citação.
Penso na paz que tinha, e que já não é minha,
penso no que fui a pouco, no que já não flui,
dos meus pensamentos confusos, emaranhados, roubados.
Que mais levarás de mim? De que tanto foges assim?
Foge... vai! Vai para o aconchego do teu lar,
Aonde já não podes sonhar, aonde as paredes sufocam o teu pensar.
Vai,vai pra não voltar, pois de onde me olhas, já não posso te alcançar."

Inquietude

"Essa angustia que me provoca.
Essa inquietação que não me deixa.
Meus pensamentos assim, jogados no papel, numa tentativa de traduzi-los em palavras e tirá-los de mim.
Meus sentimentos, minhas dores, minhas angústias, meus amores.
Jogados por aí, como trapos, como adornos que enfeitam fatos.
Por que talvez assim eu consiga fugir...
talvez assim eles deixem de me afligir."
Resolvi criar esse blog mais para organizar meus devaneios em um só lugar, do que para mostrar aos outros o que escrevo. Não escrevo específicamente para que os outros leiam, escrevo porque sinto essa necessidade quase incontrolável de pegar o papel e a caneta (ou qualquer coisa que esteja por perto) e tentar transformar esse sentimento inquietante em palavras. Enjoy! ;)