quinta-feira, 3 de maio de 2012

Café


Do tipo que pensa mais do que sente e quando se permite sentir chora de culpa. Cheia de exageros e passionalidades trancadas no peito, na voz, no olho que brilha mas não derrama uma única lágrima. Tão linda por dentro e se não fossem esses olhos, esse corpo, esse olhar, seria tão feia por fora. Forte e amarga como o café que ela toma. Talvez se eu tivesse deixado de colocar açucar no meu, quem sabe. Era doce demais pra ti.

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